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Caixinha de Correio#3 Agosto, Setembro e outubro


Oii meus leitores tudo bom?
Esse post era para ter saído no inicio do mês, mas acreditem estou sem celular de novo, não havia nem um mês que eu havia comprado o iphone, descarregou e não ligou mais, mandei para assistencia e estou sem celular, por isso que o instagram anda muuuito parado, mas prometo sempre atualizar la assim que estiver novamente com celular.

Como esses meses recebi poucas coisas, preferi fazer um post só.

Recebidos em agosto 



No mês de agosto recebi Carbono alterado da editorial Record
Uma vez você, uma vez eu do autor parceiro Diego Martello
e Lázaro a maldição dos mortos tambem de um autor parceiro.
por conta da correria da faculdade, eu atrasei as resenhas, mas agora em novembro e dezembro sairão todas no blog.

Em setembro não recebi nada, e quando pensei que outubro seria da mesma forma a editora Record me surpreendeu <3

Recebidos de outubro 


Recebi da editora Record
Entre as estrelas que amei e a resenha sai no domingo aqui no blog <3
Robocalipse, ainda não li mas adoro esse tema futuristico, so estou esperando acabar as provas na faculdade
e bela gratidão. esse é um livro lindo que todos deveriam ler, em breve resenha aqui no blog.
E o livro a magica de pensar grande eu comprei, vi uma resenha dele no blog Letras na gaveta e me interessei

recebi tambem uma cartinha super fofa <3
se você ainda não segue no instagram, corre, pois sempre posto os recebidos


Já leram algum desses livros? gostaram?

Em dezembro teremos posts todos os dias. então não percam

Os cem livros que todo mundo começa a ler, mas abandona



A rede social Goodreads, voltada para a avaliação e recomendação de livros, fez uma lista com os cem títulos mais "abandonados" pelos seus leitores, com base no banco de dados do site. Entre os destaques, muitos clássicos da literatura mundial e leituras contemporâneas. O autor mais abandonado é J. R. R. Tolkien, com quatro livros: entre eles, "O Senhor dos Anéis" volume único e "A Sociedade do Anel", o primeiro da trilogia. 

De acordo com o site, não se tratam de livros "ruins"; o motivo mais provável para o abandono é que se tratam de obras desafiadoras, seja por conta de seu tamanho ou da proposta do autor para a narrativa, e podem desestimular o leitor menos engajado. 

Você já abandonou algum deles? Confira: 
1. Ardil 22, de Joseph Heller
2. O Senhor dos Anéis (volume único), de J. R. R. Tolkien
3. Ulisses, de James Joyce
4. Moby Dick, de Herman Melville
5. A Bíblia do Rei James
6. A Revolta de Atlas, de Ayn Rand
7. Guerra e Paz, de Leon Tolstói
8. Anna Karenina, de Leon Tolstói
9. Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez 
10. O Silmarillion, de J. R. R. Tolkien
11. Wicked, de Gregory Maguire
12. Dom Quixote, de Miguel de Cervantes
13. Crime e Castigo, de Fiódor Dostoiévski
14. O Morro dos Ventos Uivantes, de Emily Bronte
15. Os Miseráveis, de Victor Hugo
16. Orgulho e Preconceito, de Jane Austen
17. On The Road, de Jack Kerouac
18. A Vida de Pi, de Yann Martel
19. Grandes Esperanças, de Charles Dickens
20. Graça Infinita, de David Foster Wallace
21. O Hobbit, de J. R. R. Tolkien
22. Drácula, de Bram Stoker
23. Um Conto de Duas Cidades, de Charles Dickens
24. O Arco-Íris da Gravidade, de Thomas Pynchon
25. Jonathan Strange e Mr. Norrell, de Suzanna Clarke
26. Zen e a arte da manutenção de motocicletas, de Robert M. Pirsig
27. Lolita, de Vladimir Nabokov
28. Paraíso Perdido, de John Milton
29. Ilíada, de Homero
30. Os Contos de Cantuária, de Geoffrey Chaucer
31. Uma Confraria de Tolos, de John Kennedy Toole
32. A Divina Comédia, de Dante Alighieri
33. A Letra Escarlate, de Nathaniel Hawtorne
34. Coração das Trevas, de Joseph Conrad 
35. O Amor nos Tempos do Cólera, de Gabriel García Márquez
36. As Vinhas da Ira, de John Steinbeck
37. Os Versos Satânicos, de Salman Rushdie
38. O Apanhador no Campo de Centeio, de J.D. Salinger
39. O Guia do Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams
40. Uma Breve História do Tempo, de Stephen Hawking
41. O Mundo de Sofia, de Jostein Gaarder
42. O Senhor das Moscas, de William Golding
43. Desejo e Reparação, de Ian McEwan
44. Os Irmãos Karamazov, de Fiódor Dostoiévski
45. Vontade Indômita, de Ayn Rand
46. 1984, de George Orwell
47. Duna, de Frank Herbert
48. O Som e a Fúria, de William Faulkner
49. Retrato de um Artista Quando Jovem, de James Joyce
50. Almoço Nu, de William S. Burroughs
51. Finnegans Wake, de James Joyce
52. Jane Eyre, de Charlotte Brontë
53. O Nome da Rosa, de Umberto Eco
54. E O Vento Levou, de Margaret Mitchell
55. Entrevista com o Vampiro, de Anne Rice
56. O Historiador, de Elizabeth Kostova
57. Feira das Vaidades, de William Makepeace Thackeray
58. Frankenstein, de Mary Shelley
59. Mrs. Dalloway, de Virginia Woolf
60. Walden ou A Vida nos Bosques, de Henry David Thoreau
61. Crepúsculo, de Stephenie Meyer
62. Odisseia, de Homero
63. O Caminho de Swann, de Marcel Proust
64. O Conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas
65. Comer, Rezar, Amar, de Elizabeth Gilbert
66. A Sociedade do Anel, de J.R.R. Tolkien
67. O Velho e o Mar, de Ernest Hemingway
68. A Origem das Espécies, de Charles Darwin
69. O Código Da Vinci, de Dan Brown 
70. Os Pilares da Terra, de Ken Follett
71. A Mulher do Viajante do Tempo, de Audrey Niffenegger
72. Mulherzinhas, de Louisa May Alcott
73. A Cabana, de William P. Young
74. Gödel, Escher, Bach: Um Entrelaçamento de Gênios Brilhantes, de Douglas Hofstadter
75. Razão e Sensibilidade, de Jane Austen
76. O Grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald
77. O Processo, de Franz Kafka
78. A Menina que Roubava Livros, de Markus Zusak 
79. As Brumas de Avalon, de Marion Zimmer Bradley
80. As Aventuras de Huckeberry Finn, de Mark Twain
81. Middlesex, de Jeffrey Eugenides
82. David Copperfield, de Charles Dickens
83. Eragon, de Christopher Paolini
84. O Pêndulo de Foucault, de Umberto Eco
85. Filhos da Meia-Noite, de Salman Rushdie
86. Um Olhar do Paraíso, de Alice Sebold
87. Deuses Americanos, de Neil Gaiman 
88. Amada, de Toni Morrison
89. A Insustentável Leveza do Ser, de Milan Kundera
90. Laranja Mecânica, de Anthony Burgess
91. Por quem os sinos tocam, de Ernest Hemingway
92. Uma Comovente Obra de Espantoso Talento, de Dave Eggers
93. O Amante de Lady Chatterley, de D.H. Lawrence
94. A Revolução dos Bichos, de George Orwell
95. O Mestre e Margarida, de Mikhail Bulgakov
96. A Sangue Frio, de Truman Capote
97. O Emblema Vermelho da Coragem, de Stephen Crane
98. O Mundo se Despedaça, de Chinua Achebe
99. Cryptonomicon, de Neal Stephenson
100. O Sol Também se Levanta, de Ernest Hemingway

Resenha #10: Outros Jeitos de Usar a Boca - Rupi Kaur


(fotos: http://www.chuvadejujubas.com/)


Detalhes


  • Número de Páginas: 208 páginas
  • Editora: Planeta; Edição: 1ª (20 de fevereiro de 2017)
  • Idioma: Português

Nota


sinopse 
Maior fenômeno de poesia dos EUA na última década, há mais de 40 semanas no topo das listas de best-sellers. Outros jeitos de usar a boca é um livro de poemas sobre a sobrevivência. Sobre a experiência de violência, o abuso, o amor, a perda e a feminilidade. O volume – publicado nos EUA como “milk and honey” – é dividido em quatro partes, e cada uma delas serve a um propósito diferente. Lida com um tipo diferente de dor. Cura uma mágoa diferente. Outros jeitos de usar a boca transporta o leitor por uma jornada pelos momentos mais amargos da vida e encontra uma maneira de tirar delicadeza deles. Publicado inicialmente de forma independente por Rupi Kaur, poeta, artista plástica e performer canadense nascida na Índia – e que também assina as ilustrações presentes neste volume –, o livro se tornou o maior fenômeno do gênero nos últimos anos nos Estados Unidos, com mais de 1 milhão de exemplares vendidos.




 Resenha



Acredito que algumas pessoas ainda não estão prontas para ler esse livro, apesar de conterem poesias sobre diversos temas, ele aborda abertamente temas para o qual a sociedade ainda insiste em fechar os olhos. Em cada um dos poemas, Rupi mostra a visão da sociedade em relação a mulher, os poemas de empoderamento mostram que as mulheres devem ser autoras da própria história.
Esse livro mexeu bastante com meu emocional, pois eu própria vivenciei algumas das histórias vividas ali.
Esse é um livro para se ler numa tarde pois se trata de narrativas rápidas, mas é necessário aprecia-lo e ler com calma, pois cada poema é uma bomba jogada no seu colo, principalmente quando o leitor se identifica com momentos da narrativa.
O livro é tido como feminista mas nada mais que é mostrar a realidade das mulheres dentro de diversos padrões na sociedade,
é preciso que nos valorizemos da forma que somos, menstruadas ou não, mães ou não, dentro de um relacionamento ou sozinhas, depiladas ou não.
Apesar de abordar o universo feminino, esse é um livro que deve ser lido por todos.

Já leram? Gostaram da narrativa?
Deixem nos cometários suas opiniões. 

Kleyde Azevedo. Canceriana, 25 anos, Baiana, Escritora, 5 livros publicados, Engenheira Eletricista e pós graduanda em energias renovavéis. Apaixonada por Harry Potter, livros, séries, chocolates, cheiro de chuva, culinária e viagens. Fotógrafa amadora e atriz nas horas vagas. Não começa o dia sem uma xícara de café nem termina sem uma de chá.

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